Existem momentos na vida que pensamos
em jogar tudo para o alto. Parece que tudo e todos estão contra nós. Sentimo-nos
pequenos e frágeis. Diante da menor pressão existente nos desestruturamos.
Parece que uma tempestade avassaladora passou por nossa vida. Um simples olhar
ou mesmo os gestos de alguém podem gerar em nós um sentimento horrível de
rejeição.
Nestes momentos, faz-se
necessário, entendermos os limites da natureza humana. Como homens, estamos
sujeitos às limitações que nos são impostas pela psique humana. De fato, o mundo o qual vivemos, regido por
um capitalismo selvagem, que valoriza o homem por aquilo que ele produz tem
levado muitos a experimentar certo desequilíbrio emocional. O excesso de
trabalho, as preocupações cotidianas, a má alimentação e outros fatores, tem
levado pessoas ao estresse.
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Entender os nossos limites pode
ser o primeiro passo na superação de uma crise. Reconhecer que necessitamos de
ajuda é uma boa opção. Como somos um ser integral, precisamos de ajuda que leve
em conta esta integralidade. Ajuda que leve em consideração os vários aspectos
de nossa humanidade. O ser humano é indivisível. As designações corpo, alma e
espírito são formas didáticas de explicar certa complexidade de nossa
existência.
Por isso, não basta cuidar apenas
de um destes aspectos. Precisamos de uma visão integral no cuidado. Por isso, a
ajuda do médico, do terapeuta, do pastor e outros, podem auxiliar na
recuperação. Para que possa iniciar o processo de cura é necessário reconhecer
que precisamos de ajuda. Sejam profissionais ou não, precisamos que outros cuidem
de nós. Não é fácil assumir esta postura, principalmente para quem se acostumou
a ser cuidador, mas ela é necessária.
Que Deus nos ajude a assumir esta
postura nos momentos necessários. Como nos afirma o ditado popular: “O pior
doente é aquele que não reconhece a sua enfermidade”. Que tenhamos
sensibilidade e honradez para reconhecer nossos limites e trata-los. Termino
com uma confissão: Falar sobre este tema é mais fácil que vive-lo.