terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Nossa chácara... uma bênção.

Em agosto de 2012 tive a oportunidade de comprar uma chácara. Dizem que chácara trás apenas duas alegrias: quando se compra e depois quando se vende. Acho que estou vivendo a primeira alegria. Quando comprei ela estava muito suja e com sua ...cerca totalmente destruída. Comecei o trabalho. 

Com a ajuda de um tio (Evanir) comecei a mexer na terra que pela graça de Deus consegui comprar. Primeiro passo foi contratar um trator para derrubar o mato e depois arar a terra. Isto pronto, foi a vez de contratar uma retroescavadeira para nivelar algumas partes do terreno (terraplanagem). 

Depois fomos fincar os mourões e passar o arame farpado. Para isto contei, também, com a ajuda de um amigo, Sr. Coutinho. Contratei uma empresa que perfura poços artesianos para ter água na terra. Encontramos uma água cristalina. Há um pequeno bosque, onde tenho dedicado tempo para preparar um espaço agradável para lazer. 


Neste momento estamos acertando alguns canteiros e preparando para o plantio. Por falar em plantio, em meados de novembro, aproveitando as chuvas para gradear a terra e plantar o milho. Infelizmente, logos após o plantio houve um temporal que estragou uma parte da lavoura. Mesmo com os estragos, teremos bastante milho. 


Em março estarei colhendo o milho verde para pamonha, cural, bolo e outros pratos deliciosos. Tenho dedicado todas as segundas-feiras para cuidar deste pedacinho de chão. Louvo a Deus pois a chácara fica a 900mt da casa da minha mãe e 2000mt da casa da sogra. Veja as fotos e acompanhe nossa alegria

terça-feira, 1 de janeiro de 2013


Queridos amigos e amigas
Graça e Paz!

Nos últimos dias o que mais ouvimos foram votos de prosperidade para o novo ano. Mesmo pessoas que não nos conheciam desejaram-nos um feliz e próspero ano novo. O tema da prosperidade parece estar em muita evidência nesta época do ano. Provavelmente a música que será mais cantada nas festas de Reveillon hoje  será de Francisco Alves e David Nasser, gravada por João Dias em 1951, que diz:

Adeus ano velho,
Feliz Ano Novo.
Que tudo se realize
No ano que vai nascer.
Muito dinheiro no bolso,
Saúde pra dar e vender.
 
Apregoa-se a idéia de que ter bens materiais e saúde é prova de prosperidade. Inclusive algumas igrejas estão impregnadas de teologias baseadas nestes valores. Ao estudarmos a Bíblia, vemos que a verdadeira prosperidade só pode vir de Deus. Vemos principalmente que  ser próspero é muito mais que ter dinheiro no bolso e boa saúde. Se este for o padrão de avaliação, muitos personagens bíblicos não passariam no teste.

Se quisermos experimentar a prosperidade de Deus, temos que nos basear em sua Palavra. Dentre os vários textos possíveis para se refletir sobre o assunto, utilizo o de Josué 1.1-9. Dele destaco três pontos importantes para que experimentemos a prosperidade que vem de Deus segundo as palavras dirigidas a Josué: 1º) Obedecer às ordenanças (segue tudo quanto meu servo Moisés te ordenou); 2º) Falar das ordenanças (não cesses de falar deste livro); 3º) Meditar nas ordenanças (medita dia e noite nas palavras desta lei).

Desejo que todos tenham um 2013 verdadeiramente próspero. Uma prosperidade que vem de Deus. Uma prosperidade abençoada e abençoadora. Feliz 2012!!!

Rev. Paulo Dias Nogueira

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

JÁ QUE O MUNDO NÃO ACABOU... (mensagem aos amigos da net)


Estimados amigos internautas, nos últimos dias vimos, lemos e ouvimos inúmeras reportagens, nas mais diversas formas de mídia, apresentando teorias que prediziam o  fim do mundo para hoje (21 de dezembro de 2012). Teorias como a de um planeta (Nibiru) que colidiria com a Terra, ou as interpretações do antigo calendário Maia, e outras profecias, levaram algumas pessoas a construírem abrigos em seus quintais, reservarem uma vaga em abrigos subterrâneos comunitários ou mesmo mudar de cidade.
Como cristãos não devemos temer ou mesmo nos abalarmos diante das afirmações destes movimentos apocalípticos. As fontes onde se baseiam, não são fidedignas, segundo nossa concepção bíblico-teológica. A Bíblia, a maior autoridade neste tema nos afirma: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24:36).
Portanto, somente Deus sabe o momento do fim. Portanto, JÁ QUE O MUNDO NÃO ACABOU, sigamos nossa caminhada de fé e esperança,  vivendo coerentemente nossa salvação.
Como seu amigo da net e também um pastor de vidas, rogo a Deus o mesmo que o apóstolo Paulo orou pelos Colossenses: ... que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus; sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz.(Colossenses 1.9-12)
Que Deus vos abençoe e dê um bom natal!
Rev. Paulo Dias Nogueira

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

DIA DOS PAIS - sugestão de sermão - Aprendendo com Jairo.


Introdução:
Nestes últimos dias temos sido bombardeados, através da mídia, por campanhas publicitárias alusivas ao “Dia dos Pais”.
Infelizmente, a motivação da homenagem não é o papai, mas sim o “Mercado”. O ato de compra e venda é quem está em foco.
Como igreja de Jesus Cristo, nos diferenciamos dessa lógica.
Portanto, gostaria de aproveitar este 2º domingo de agosto, para homenagear verdadeiramente os nossos pais.
Faço isto, convidando-os a refletir sobre o episódio bíblico da cura da filha de Jairo.
Nesta história, vemos um pai que se dedica ao “ministério paterno”. Ou seja, assume uma paternidade responsável.
Ele vai em busca daquilo que sua filha mais necessita, A CURA. E o importante a se destacar, é que ele vai ao lugar certo: “aos pés de Jesus”.
Jairo faz o melhor investimento na vida da sua filha. Esforça-se para levá-la a uma experiência com Jesus.
Vejamos o que nos diz o texto bíblico:

Texto: Marcos 5:21-43
21   Tendo Jesus voltado no barco, para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava junto do mar.

22  Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés
23  e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.
24  Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo -o.
25  Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia
26  e muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior,
27  tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste.
28  Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada.
29  E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo.
30  Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes?
31  Responderam-lhe seus discípulos: Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou?
32  Ele, porém, olhava ao redor para ver quem fizera isto.
33  Então, a mulher, atemorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade.
34  E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.
35 Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?
36  Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente.
 37  Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João.
38  Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito.
39  Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme.
40  E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava.
41  Tomando -a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te!
42  Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados.
43  Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina.

Desenvolvimento:
Vejamos quem é Jairo:
Não temos muitos dados sobre sua vida. A única passagem de sua história narrada na bíblia, é sua busca pela cura de sua filha: Mateus 9:18-26, Marcos 5:21-43 e Lucas 8:40-56.
É Líder de uma sinagoga na região do mar da Galiléia. Portanto, um homem com muitas responsabilidades. Era responsável não só pelo prédio (edifício), bem como pelas leituras no culto (liturgia).
É desprendido, pois deixou seus afazeres, para investir tempo na cura de sua filha. É alguém insistente, pois o texto diz que ele insistiu com Jesus, para que fosse a sua casa ver sua filha que estava gravemente enferma.
É sábio, pois foi em busca da solução certa. Jesus era o único quem poderia reverter o quadro naquela situação.
É paciente, pois enquanto estavam a caminho de sua casa, Jesus foi interrompido por uma multidão, e no meio desta, por uma mulher enferma que recebeu a cura. Ele presenciou a cura de outra pessoa, enquanto aguardava a cura de sua própria filha.
É um homem de grande fé: Pois ao receber a notícia de que sua filha havia falecido (uma constatação real), ele preferiu crer em Jesus. Pois o mestre lhe disse: “Não temas, crê somente”. Ele creu.
Jairo é um homem que, apesar de suas muitas atividades e responsabilidades, investe tempo em seu ministério paterno.

Ilustração:

Gostaria de ilustrar o ato de se investir neste Ministério Paterno, citando uma experiência de Martinho Lutero, o Reformador da Igreja do século XVI.
Estudando, descobri uma carta que ele escreveu para seu filho de apenas seis anos, enquanto estava no castelo de Coburg.
“Graça e Paz em Cristo, meu querido filhinho.

Eu me alegro que tu estudas bastante e és aplicado em tuas orações. Faça isto, meu filhinho e, quando eu chegar em casa, eu trarei uma moeda...
... Eu sei de um lindo e divertido jardim, ali entram muitas crianças, elas estão vestidas com roupas douradas e colhem maçãs, pêras, cerejas, ameixas e pêssegos, elas cantam e correm e pulam de alegria, e lá tem pequenos cavalos com relhos de ouro e selim de prata.
Então eu falei: Querido Senhor, eu também tenho um filho, ele se chama Hans Lutero, ele também poderia vir para esse jardim, onde tem essas lindas frutas e ele também poderia montar nesse lindo cavalinho e brincar com essas crianças? O homem falou: Ele gosta de orar, de estudar e crê, então ele pode vir para este jardim e seus amigos Felipe e Jonas também pode vir. E quando vierem, eles podem assobiar, tocar bateria, e há também um lugar preparado para dançar, pular e tudo o que eles gostam de fazer.
Ah! Senhor, eu vou correndo escrever para meu filhinho para ele ser um praticante na oração e perseverante nos estudos e tenha fé...
Por isto, meu filhinho Hans, estude, ore e seja abençoado por Deus, e diga também a Felipe e Jonas, para que eles também orem e estudem.
Seja abençoado por Deus Todo-Poderoso e Ele te guarde. Dê um beijo aos de casa.
Teu querido pai, Martinho Lutero.”
O que mais me chamou a atenção, foi a grande preocupação de Lutero com a formação educacional e religiosa de seu filho. Ele foi um pai que teve uma visão da necessidade de empenho, para que seu filho fosse alcançado pela graça a qual ele pregava na reforma Protestante.
Apesar de estar envolvido na realização de um grande movimento religioso, não se esqueceu de investir em seu filho.

CONCLUSÃO:

Tanto Jairo, quanto Martinho Lutero, eram homens muito ocupados. Apesar disso, investiram tempo ministrando a seus filhos.
Jairo, levando Jesus à sua filha.
Martinho Lutero, educando na fé.
A história destes homens são um grande desafio para os pais de hoje.
Cada qual deve empenhar-se na formação plena de seus filhos. Não só lhe sustentando materialmente, mas sobre tudo, investindo em sua vida cristã.
Deus confiou os filhos, para que os pais os formem da melhor maneira possível.
Querido papai, que você assuma a responsabilidade sobre a vida religiosa de seu filho, seja de que idade for. Se mais velho, Interceda. Se criança ou adolescente, eduque-o na lei do Senhor.
Neste dia, homenageio a todos os pais, deixando-lhes uma palavra de desafio. Invistam tempo no “Ministério Paterno”. Cuidem bem de seus filhos.
Que o Senhor te dê forças.
Parabéns pelo seu dia!

domingo, 15 de julho de 2012

Campinas completa 238 anos - Sermão Dominical

Hoje, 15.07.2012, no Culto Matutino da Igreja Metodista Central de Campinas eu preguei o SERMÃO abaixo. Aproveitei o ensejo do aniversário da cidade de Campinas (238 anos) para desafiar as ovelhas que estão sob minha responsabilidade a assumirem uma AÇÃO PASTORAL mais efetiva. Espero que esta mensagem possa edificá-lo/a. À Campinas-SP desejo um FELIZ ANIVERSÁRIO, colocando-me como um presente, ou seja, oferecendo-me como instrumento de Deus para a construção de uma POLIS melhor. Desejo que a igreja contemporânea reconheça a importância de se preparar melhor para realização de uma PASTORAL URBANA. Que a igreja de Cristo entenda a importância de sua ação pastoral no mundo. Precisamos de Igrejas-Pastoras, muito mais do que Igrejas-Consumidoras.







sábado, 23 de junho de 2012

BOA MORTE... ajudando quem amamos a atravessar o rio da vida.


Existem expressões que não conseguimos compreender num primeiro momento, é necessário  amadurecermos um pouco para, então, compreendê-las. Uma delas, que também é nome de rua em muitas cidades, é “BOA MORTE”. Sei que muitas pessoas estranham esta expressão, dizendo que se é morte como pode ser boa. Teríamos várias possibilidades de respostas a esta indagação, mas quero me ater neste breve texto a algo que estou experimentando juntamente com meus familiares. Trata-se de preparar a partida de uma pessoa querida.
Sr. Vitor poucos dias antes
de sofrer um AVC (2006)
Meu sogro, safenado, hipertenso, vítima de dois AVC, acamado há seis anos e com várias limitações físicas foi internado há uma semana, recebendo um diagnóstico médico de infecção generalizada e poucos dias de vida. A família foi comunicada rapidamente e após amortecer o impacto da notícia, começou a conversar sobre o tema. Por mais que seja comum e faça parte do ciclo da vida, o tema “morte” nos assombra. Não queremos nos despedir das pessoas com quem construímos nossa história, ainda que tenham ocorrido percalços na caminhada.
Última festa de aniversário do
 Sr. Vitor - nov de 2011
Nestes últimos dias tenho confirmando a tese de que não existe família perfeita, ou seja, as famílias apresentadas em “propaganda de margarina”. Nossas famílias são normais... temos nossos contratempos... nossas diferenças... nossos erros e acertos. Meu sogro, com seus 82 anos, provavelmente, apesar de ter realizado muitas coisas boas, tenha cometido equívocos. Na tentativa de acertar, ele pode ter cometido alguns erros. Por ser vítima da dependência do álcool, excedeu em algumas atitudes e deixou a desejar em outras. Por ter um senso exagerado de responsabilidade por sua primeira família (mãe e irmãs), penalizou sua esposa e filhos. Muitas destas coisas podem ter causado feridas profundas na segunda família.
Enquanto inicio esta breve reflexão (21.06.2012 às 17h), estou sozinho com ele aqui no quarto a menos de um metro de distância de seu leito, atento a tudo que acontece. Tenho conversado com ele, lido a Bíblia (salmos), cantado e acariciado. Sei que cada um dos familiares, no momento em que estão sozinhos com ele, também aproveitam para viver intensamente este tempo de profundo afeto. Durante a última semana temos passado praticamente o dia todo em volta de seu leito no hospital. Houve momentos em que estávamos em oito pessoas à sua volta, vivendo intensamente este tempo e buscando dignificar e valorizar cada segundo de vida do sr. Vitor.
Fui interrompido por volta das 18h, quando escrevia esta parte do texto, com a entrada do médico responsável que fez todos os exames clínicos e me disse: “Ele é forte! Está resistindo muito, mas o quadro dele é gravíssimo. Ele não suportará muito tempo”. Após sua saída eu não dei continuidade ao texto, pois já estavam chegando os outros familiares. Retornei ao texto, hoje 23.06.2012 às 10h para concluí-lo.
Com a chegada dos outros, eu me retirei do hospital às 19h. Às 19h30min minha esposa que estava no hospital me telefonou, comunicando o falecimento do sr. Vitor. Segundo minha sogra, minha esposa, sua irmã e meu concunhado que estavam no quarto naquele momento, ele partiu de forma serena. Partiu ouvindo seus familiares conversarem com ele e entre si. Partiu num ambiente mais humanizado que o do isolamento provocado pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Partiu após ouvir muitas palavras de carinho, muitos pedidos de perdão e muitas declarações de perdão. Neste mesmo dia, pela manhã, meu concunhado, Sebastião, o havia barbeado e levado um barbeiro para cortar seu cabelo. Seu semblante estava muito bonito, apesar do sofrimento causado pela insuficiência pulmonar e o estado febril por causa da infecção generalizada. Após este período de cuidados e higiene, ele foi acompanhado por minha esposa. Segundo ela, aproveitou para conversar bastante com ele e entoar algumas canções. Minha sogra a substituiu e passou um tempo conversando com ele e depois orando a seu favor. Eu fiquei um período no quarto e pude presenciar isso, inclusive registrando fotograficamente.
D. Lourdes orando pelo sr. Vitor
poucas horas antes de sua partida
Na minha percepção, o sr. Vitor que passava muito tempo sentado num sofá, sozinho, assistindo televisão, partiu rodeado por seus familiares, num ambiente fraterno marcado pelo amor e perdão. Afirmo que, na minha opinião, meu sogro teve uma “BOA MORTE”. No momento de sua partida ele estava ao lado de seus familiares. Numa linguagem figurativa, posso dizer que ao atravessar o rio que nos separa da eternidade, o sr. Vitor foi de mãos dadas com seus familiares. 
D. Lourdes conversando com o sr. Vitor
poucas horas antes de sua partida
Procuramos conduzi-lo nessa última jornada de forma digna e amável.  Porém, quando chegamos ao limite terreno deste rio, ele pode segurar nas mãos carinhosa e acolhedora de Deus. Ele descansou de sua longa jornada de forma digna e humanizada, apesar dos limites que sua enfermidade lhe impôs.
Aproveito esta reflexão para fazer duas breves homenagens, que acredito ser expressão também dos filhos, genros, nora e netos:
À D. Lourdes, minha sogra, que heroicamente cuidou dele nestes últimos anos. Sua dedicação, seu cuidado, seu altruísmo deu qualidade de vida ao seu marido diante de tantos limites impostos por suas enfermidades. Parabéns por tudo que a senhora fez. Que o Senhor a console e conforte neste novo tempo de caminhada.

Ao tio Vanil, irmão da D. Lourdes, que incansável e bem humoradamente deu banho, locomoveu e promoveu momentos de dignidade ao Sr. Vitor nestes anos de limitação física. Que o Deus dos céus lhe retribua em saúde e bênçãos.
Ainda que tenha acompanhado muitos pacientes terminais, inclusive colocando em prática minhas leituras sobre o tema, posso afirmar que a experiência como familiar é outra. Nesta, eu não era o reverendo que estava prestando acompanhamento pastoral, mas sim o Paulinho, genro do sr. Vitor. Um membro da família que sofria igualmente com os outros os passos dessa jornada. Hoje, posso testemunhar que amadureci ainda mais minha compreensão sobre a expressão “BOA MORTE”. Preparar a partida de alguém, permitindo que seja uma boa despedida, apesar da dor é uma importante missão. Ajudar nossos queridos nesta passagem, dignificando-os e auxiliando-os é uma ação nobre e humanizadora. Precisamos ajudar as pessoas a viver plenamente até darem o último suspiro... até dizerem seu último adeus. Que possamos ajudar pessoas a morrerem dignamente, assim como defendemos a ideia de viverem dignamente. A processo de partida do meu sogro me levou a refletir sobre o tema BOA MORTE. Espero que este breve relato, seja testemunho de bênção para minha família e para os leitores.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CONVITE ESPECIAL - Acolhida do Rev. Paulo na IMCC - 05.02.2012

CONVITE

Após oito anos pastoreando a Catedral Metodista de Piracicaba (CMP), fui nomeado no último Concílio Regional para a Igreja Metodista Central de Campinas (IMCC). Sou grato ao Senhor que me alimentou e sustentou durante este tempo; aos Bispos João Alves de Oliveira Filho e Adonias Pereira do Lago que me lideraram e pastorearam na unção do Espírito Santo; e às minhas ovelhas da Catedral que me deixaram pastoreá-las e em outros momentos me pastorearam. Louvado seja o nome do Senhor!

Com alegria, disposição e ânimo estou assumindo o rebanho da IMCC. No próximo domingo (05.02) no período da manhã, celebraremos o culto de acolhida do pastor, momento em que serei empossado como pastor titular da igreja. Aproveito este momento, para convidar todos os amigos/as e irmãos/ãs, para participarem desta solenidade celebrativa, pois se trata de culto ao Senhor, porém este composto de compromisso entre pastor e ovelhas.

Quero ser uma bênção na vida das pessoas que Deus me confiou, se você se sente uma delas, venha celebrar com alegria e assumir seu compromisso com o Reino Eterno.

05.02.2012 – 09h00min – Igreja Metodista Central de Campinas


Rev. Paulo Dias Nogueira

sábado, 31 de dezembro de 2011

Meus votos de prosperidade!!! Feliz 2012!


Queridos amigos e amigas
Graça e Paz!

Nos últimos dias o que mais ouvimos foram votos de prosperidade para o novo ano. Mesmo pessoas que não nos conheciam desejaram-nos um feliz e próspero ano novo. O tema da prosperidade parece estar em muita evidência nesta época do ano. Provavelmente a música que será mais cantada nas festas de Reveillon hoje  será de Francisco Alves e David Nasser, gravada por João Dias em 1951, que diz:

Adeus ano velho,
Feliz Ano Novo.
Que tudo se realize
No ano que vai nascer.
Muito dinheiro no bolso,
Saúde pra dar e vender.
  
Apregoa-se a idéia de que ter bens materiais e saúde é prova de prosperidade. Inclusive algumas igrejas estão impregnadas de teologias baseadas nestes valores. Ao estudarmos a Bíblia, vemos que a verdadeira prosperidade só pode vir de Deus. Vemos principalmente que  ser próspero é muito mais que ter dinheiro no bolso e boa saúde. Se este for o padrão de avaliação, muitos personagens bíblicos não passariam no teste.

Se quisermos experimentar a prosperidade de Deus, temos que nos basear em sua Palavra. Dentre os vários textos possíveis para se refletir sobre o assunto, utilizo o de Josué 1.1-9. Dele destaco três pontos importantes para que experimentemos a prosperidade que vem de Deus segundo as palavras dirigidas a Josué: 1º) Obedecer às ordenanças (segue tudo quanto meu servo Moisés te ordenou); 2º) Falar das ordenanças (não cesses de falar deste livro); 3º) Meditar nas ordenanças (medita dia e noite nas palavras desta lei).

Desejo que todos tenham um 2012 verdadeiramente próspero. Uma prosperidade que vem de Deus. Uma prosperidade abençoada e abençoadora. Feliz 2012!!!

Rev. Paulo Dias Nogueira

sábado, 24 de dezembro de 2011

CULTO DE DESPEDIDA DA FAMÍLIA NOGUEIRA E MOMENTOS DE HOMENAGENS - PROF. GUSTAVO ALVIM

Domingo, 18 de dezembro, a Catedral Metodista de Piracicaba realizou um culto em ação de graças por meu ministério pastoral frente a comunidade local, como uma forma de despedida. Dentre as várias homenagens o irmão Gustavo Alvim ficou responsável por representar a Catedral como um todo. Suas palavras foram gravadas e também podem ser lidas no texto abaixo. Senti-me grandemente honrado pelas palavras do nosso irmão e louvo a Deus pela oportunidade de ter convivido com este rebanho e por ele ser pastoreado em tempos difíceis. LOUVADO SEJA O NOME DO SENHOR!



TEXTO NA ÍNTEGRA:


HOMENAGEM AO PASTOR PAULO DIAS NOGUEIRA E FAMÍLIA

Nossa vida é feita de ciclos; que se sucedem; que se sobrepõem. Uns mais longos, outros mais curtos. Alguns mais agradáveis, que deixam saudade, outros mais complicados, que desejamos esquecer. Há os recorrentes e os que nunca mais voltam. Assim é a vida. Hoje a família Nogueira encerra um ciclo vivido em Piracicaba. Por sua vez, nós, membros e participantes desta igreja, também sentimos o findar de um inesquecível ciclo sob o pastoreio do Rev. Paulo.

O encerramento desse ciclo foi devido à itinerância, prática usual na Igreja Metodista, que corresponde à transferência eventual de pastores e pastoras. Essa efemeridade dos clérigos nas igrejas faz parte da tradição e da identidade metodista. Itinerância vem de “iter”, que significa caminho; daí itinerário e itinerância. Itinerante é alguém que viaja, que caminha, que se desloca. Jesus Cristo, os discípulos e os apóstolos foram itinerantes. John Wesley foi itinerante, algo que ele praticava e estimulava. Por isso, os Cânones, ou seja a legislação interna da Igreja Metodista estabelecem como dever do pastor “aceitar a itinerância”.

Como tudo na vida, a itinerância apresenta vantagens e desvantagens.  Não é o caso de abordá-las agora. Felizmente, essa prática tem sofrido alterações para adequá-la às transformações sociais, econômicas, eclesiásticas, familiares e tantas outras mudanças dos dias atuais. Por meio de avaliações busca-se conhecer e sopesar diferentes aspectos e interesses, sejam do pastor, da sua família, da igreja local, da igreja regional, para que as nomeações correspondam às necessidades, aos apelos da Missão e aos desígnios de Deus. Sabemos que os pastores e as  pastoras metodistas estão sujeitos a essas transferências de tempos em tempos, porém, mesmo assim, quando elas acontecem há emoção e comoção, que provocam os mais variados tipos de reações. E não poderia se diferente, afinal é sempre uma separação do pastor ou da pastora e seu rebanho, depois de um período de estreita convivência, que propicia o enraizamento de amizades e o florescimento do amor. A notícia da transferência quando chega, geralmente desestabiliza irmãs e irmãos, causando revolta e lágrimas, bem como prenúncios de saudade.

Tem sido assim, aqui em nossa igreja. A extensa galeria de ex-pastores, cujos retratos estavam no salão, ora em reforma, nos lembra essa realidade vivida muitas vezes, durante os 130 anos de sua existência. E certamente continuará sendo assim no futuro. O importante é recebermos esse fato como desígnio de Deus. Afinal, Ele é o Senhor de todos nós. Ele nos ama e quer o melhor para os Seus filhos. Não é fácil pensar dessa maneira, contudo a fé tem de nos levar à crença de que as nomeações são feitas para o avanço da Missão, conforme os planos divinos.

É com essa realidade que estamos nos confrontando agora. Tivemos, na Catedral, maravilhosos oito anos de muitas bênçãos sob o pastoreio do Revº. Paulo. Muita coisa boa aconteceu nesse ciclo. Foi tempo de bênçãos e dádivas. Momentos importantes e marcantes para nós, suas ovelhas, e para a família Nogueira, vividos neste lugar. Alegrias, vitórias e momentos difíceis da vida do casal e filha foram partilhados com a Igreja. Trazemos à memória alguns deles, como o longo período de orações fervorosas das irmãs e irmãos, durante talvez uns três anos, com pedidos a Deus para que a Valéria engravidasse. O gol não saía, mas a torcida foi fiel, até podermos comemorar juntos a vitória. E quando ela veio, a graciosa Beatriz passou a receber a atenção e o carinho de todos nós. Estendemos-lhes o nosso amor e nos alegramos com o verdadeiro milagre.       

Igualmente, sofremos juntos, ajoelhados diante de Deus, clamando por Sua misericórdia, durante os dias da grave enfermidade do pastor Paulo, que nos deu um grande susto. Deus foi bondoso para com ele e para conosco, restabelecendo-lhe a saúde para o regozijo de toda a Igreja.

Acompanhamos também os esforços da Valéria e do pastor Paulo, na busca de mais conhecimento e titulação acadêmica, relevantes para a formação de ambos, com vistas a melhor servir o Senhor. Igualmente, nos alegramo-nos com essas vitórias, fruto da dedicação de ambos aos estudos e do desejo de se manterem atualizados.

A presença freqüente do pastor Paulo nas reuniões de oração das mulheres de nossa Igreja foi algo inestimável para a consolidação dessa atividade que cresceu de maneira vigorosa a partir de sua chegada a Piracicaba. Suas reflexões, seus ensinamentos e a música acompanhada ao vilão foram motivos para a presença crescente e constante de grande número delas.

Não pode se esquecido, o seu entusiasmo durante o restauro do templo, fruto de sua preocupação com a preservação do patrimônio histórico. Em contrapartida, foi igualmente relevante sua atuação ao enfrentar o desafio de conseguir a anulação do tombamento de imóveis da Igreja,  que havia sido feito sem critérios técnicos e históricos e que estava prejudicando a nossa Igreja. São fatos que merecem registro.

Outra marca que fica nessa comunidade é a realização do “Templo de Portas Abertas”, durante a semana santa, nas manhãs, em jejum, seguida de um lauto café da manhã. A participação do pastor Paulo nas visitas da Sociedade de Mulheres ao Lar Betel, pregando, orando, cantando, conversando e brincando com os idosos, ali moradores, não será esquecida. E ainda a sua presença nas festas, saraus e, destaque especial, aos “almoços e jantares da travessinha”.

Também o cuidado com a circulação regular do boletim, o capricho na liturgia, com destaque para os batizados de crianças são dignos de nota.  A acolhida dada a atividades musicais, nos cultos, com a presença de orquestras e corais de excelente nível, reveladora de sua preocupação com o desenvolvimento cultural de seu aprisco, chamou a atenção até mesmo da cidade.

O uso de moderna tecnologia em nossos cultos, a criação do "grupo de oração online", a exposição de seu blog, os registros fotográficos em profusão (frutos dos cuidados iconográficos de um historiador) são outras ações a serem referidas. O uso do “power-point” tornou mais interessante, mais atrativa, mais inteligível, mais moderna a apresentação, pelo pastor Paulo, dos seus sermões inspiradores e bem cuidados, projetados em cores, sempre didáticos, com “o texto e o contexto, a mensagem e as aplicações pastorais”. De graça e de carona, tivemos também aulas de homilética (que pode ser entendida como a arte de pregar sermões), sem dúvida resquício de sua forte vocação acadêmica e docente. (Quando pensava nos recursos da informática, ocorreu-me uma idéia sugestiva: não seria o caso de tê-lo como “pastor virtual”?)

São muitas as marcas; não há tempo para registrar todas, mas não podemos deixar sem menção os seus bordões famosos: “seja o primeiro ato de nosso culto”; “saímos de nossas casas, viemos a este templo, para cultuar a Deus”; e no final dos mesmos, “a congregação pode se assentar, fazer sua oração pessoal e ouvir o prelúdio; eu estarei à porta para cumprimentá-los”. E ainda o indefectível: “amém e amém”. Deixarão saudades!

 Indubitavelmente, sua consagração, seu amor ao Evangelho e ao seu rebanho, seu apego à preservação de valores wesleyanos, sua liderança, sua solidariedade, sua amizade, seu cuidado e zelo para conosco, sua alegria, seu sorriso, seu entusiasmo, seu bom humor, sua disposição, seus abraços, seu carinho para com as crianças e os jovens, suas orações, seus aconselhamentos, sua presença em momentos de dor e sofrimento bem como em situações de crise, suas palavras de consolo e tantas outras virtudes deixarão marcas indeléveis. Felizmente, vocês continuarão bem perto. Mas a saudade, que se instala em nós já está apertando nossos corações. Desejamos-lhe, Valéria e Beatriz, as mais copiosas e ricas bênçãos para suas vidas. E ao senhor, Rev. Paulo, também auguramos bênçãos para sua vida ministerial. Que, como servo fiel, o senhor continue sob a proteção divina, inspirado pelo Espírito Santo e guiado pela sabedoria que vem de Deus, na caminhada da inefável Missão.

Somos gratíssimos a Deus pela vida de vocês e por Ele nos ter mandado para a nossa Igreja, deixando-os conosco durante oito anos, que passaram tão depressa. Queremos que nos visitem sempre que puderem. Aqui serão sempre recebidos de braços abertos e corações alegres.  Fica a saudade, mas é bom dizer, a presença da saudade só e possível onde antes houve amor. Ciclos costumar voltar, vamos torcer para que isso aconteça. Contem com nosso amor e com nossas orações.

(Cultos matutino e vespertino de 18/12/2011 – Catedral Metodista de Piracicaba – Gustavo Jacques Dias Alvim)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Compositor - Cantata: "O Esperado das Nações" - Albert Willard Ream


O Compositor - Cantata: "O Esperado das Nações"

Albert Willard Ream, missionário metodista, foi professor, escritor, compositor, autor de várias obras relacionadas à música na Igreja.  Nasceu em Cleveland, Ohio, EUA, em 12 de julho de 1913.  Chegou ao Brasil em 1937 e trabalhou na Igreja Metodista do Brasil em Juiz de Fora, MG, em Piracicaba, SP como Regente do Coro, na igreja Metodista Central em São Paulo e criou a Escola de Música Sacra no Colégio Bennett no Rio de Janeiro.  Também em Buenos Aires, Argentina, onde permaneceu por três anos, estabeleceu uma escola de música sacra na Facultad de Teologia.  Em seu retorno aos EUA em 1957, passou a ensinar na Florida Southern College ‑ FSC, onde formou um coro de sinos manuais que viajava por todo Estado de Flórida para representar a FSC.  Faleceu em 22 de abril de 1996.
Segundo Sandra Ream, filha de Albert W. Ream, depois de completar os estudos fundamentais, Ream estudou música no...

MAESTRO UMBERTO CANTONI
Tenho participado de algumas reuniões com o maestro Umberto Cantoni e presenciado seu entusiasmo na preparação da Cantata “O Esperado das Nações”. Como tenho acompanhado ele e sua esposa, Vera Quintanilha Cantoni, nos últimos anos não tenho medo em afirmar que este trabalho o empolgou tanto que ele rejuvenesceu. Como tem sido bom vê-lo revigorado, vibrante e animado. Este homem respira música. Aproveito o ensejo para partilhar uma breve biografia deste irmão amado, a quem tenho pastoreado com carinho. Maestro Cantoni tem uma linda história de dedicação e compromisso com a música sacra. Veja sua história...

BREVE BIOGRAFIA
Mário Cantoni, jovem descendente de italianos, instrumentista e amante de música, passando em frente à Igreja Metodista de Franca, SP, ouviu vozes cantando com alegria e entusiasmo lindas melodias que tocaram seu coração.  Comovido, entrou na igreja, converteu-se e trouxe toda a sua família.  Alguns anos depois, o Coro da Igreja Metodista Central de São Paulo veio a Franca cantar na igreja.  Durante os cânticos do Coro um adolescente de treze anos, estudante, filho de Mário, observava tudo com a maior atenção:

UM POUQUINHO DE HISTÓRIA... “O Esperado das Nações” de Albert Willard Ream

UM POUQUINHO DE HISTÓRIA...

A Cantata “O Esperado das Nações” é composição de Albert Willard Ream em 1943 com letra de Isaac Nicolau Salum. A primeira audição dessa Cantata aconteceu em 19 de dezembro de 1943, na Igreja Metodista Central em São Paulo, SP. 

“O Esperado das Nações” também faz parte do repertório do Coral Evangélico de São Paulo que, em 1958, a apresentou com regência do Maestro Umberto Cantoni.

Esta cantata reveste-se de grande significado para o povo metodista em Piracicaba, pois o Maestro, missionário metodista e professor Albert Willard Ream juntamente com sua esposa, Ethel Dawsey Ream, foram regentes do Coral Rev. James William Koger em 1938-39.

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